segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Por que devo amar a nação de Israel?

Por que devo amar a nação de Israel?


Ao vermos os noticiários propagados e anunciados pela mídia, de uma maneira geral, veremos que a dissenção no Oriente Médio é ainda notícia, em especial Israel.
Esse minúsculo país é ofendido e oprimido por muitos naquela região e em outras, até mesmo no Ocidente. Cresce cada vez mais a ira do povo sobre aquela nação.
Um dos motivos que fomentam essa ira sem motivo é, sem dúvida alguma, da campanha midiática em trazer Israel como sendo o vilão de tudo naquela região, alguns mais sensacionalistas atacam Israel como sendo o problema da humanidade.
Entretanto quem está atento as Escrituras Sagradas e nela medita dia e noite, sabe que a origem dessa ira mortal é satânica.

Diante das informações que nos fornecem os meios de comunicação, cria-se uma pergunta que é tema desta postagem. Por que devo amar a nação de Israel? Por que devo acreditar que eles, na verdade, são os "bonzinhos" da história, sendo que os telejornais, as revistas, os jornais, as rádios, os periódicos etc. e etc. pregam o contrário?

O maior fator para o qual devemos atentar é bíblico.
Quando o ser humano pecou e caiu em declínio, Deus preparou o plano de escape para a humanidade, plano esse que apontava para a salvação da humanidade através de Jesus Cristo. Todavia para que se cumprisse isso era necessário escolher um povo, uma terra, uma língua, uma cultura, para que Jesus fosse inserido na história terrena.
O pacto entre Deus e Abraão, selou essa escolha. Deus escolheu Abraão para que dele descendesse o Cristo. Escolheu a terra de Canaã para ser a terra na qual ele deveria nascer e a cultura judia para ser a cultura na qual ele deveria ser criado. Deus poderia ter escolhido outro povo, porém escolheu esse.

Esse é o principal fator para o qual nós devemos olhar. E é por essa fator, primeiramente, que devemos amar a nação de Israel.
Haja vista ser de lá que O Salvador Jesus Cristo veio, ademais como diz o escritor Norberth Lieth: "Jesus nasceu judeu e morreu judeu".
Talvez o leitor pense que só isso não basta, entretanto vale lembrar que esse Jesus, nada mais, nada menos, é o Salvador do mundo.

Israel está nos planos de Deus para a salvação do mundo, e nós, essencialmente cristãos, devemos orar e amar essa nação. Pense um pouco, foi lá que Cristo viveu, foi lá que Cristo morreu, foi lá que Cristo deu a solução para nossos problemas. Ademais cristo voltará em Israel e no milênio governará por Jerusalém, a paz virá de Israel. 
Tenho visto muitos cristãos caindo no golpe midiático e até alguns mal-dizendo Israel. Porém se formos a fundo nas informações, veremos que há grandes distorções.

Quando disse no começo da postagem que a origem dessa ira sobre o povo escolhido é satânica, é pelo simples fato de que o inimigo de nossas almas deseja, desde o princípio, destruir Israel para que o Messias e seu plano salvífico seja aniquilado. Ele tentou destruir esse povo através das guerras registradas no Antigo Testamento. Por que? Porque ele não queria que o Messias viesse a terra salvar a humanidade. Ele tentou destruir Israel nos tempos pós-Cristo, entretanto Deus os tem guardado. Ele suscitou a ira e o anti-semitismo em Hitler para que este operasse a seu favor para que o Cristo não mais voltasse a terra em poder e grande glória para o derrotá-lo e estabelecer o seu Reino. Ele tenta e continuará tentando destruir esse povo e para isso utilizará os meios necessários para colocar o resto do mundo contra a nação de Israel. Todavia poderá levantar todas as potestades infernais aliadas ao poderio humano, Deus não deixará que esse povo escolhido seja extinguido. O Deus Todo-Poderoso os protegerá.
É ilógico não amar a Israel. Quem ama a Deus ama Israel, quem luta contra Israel luta contra Deus.


Façamos o que a Bíblia nos recomenda: "Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam". Salmos 122.6



Para melhor entendimento a cerca do assunto, recomendo um opúsculo de muitíssima valia, de fácil leitura e preço irrisório. Chama-se 'Por que justamente Israel?', do já mencionado autor Norberth Lieth, é editado pela Chamada-da-meia-noite. Vale a pena ler!











Cordialmente,

Weder F. Moreira






sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Bíblia e as grandes descobertas arqueológicas

A Bíblia e as grandes descobertas arqueológicas



O resultado prático de toda a pesquisa arqueológica realizada nas terras bíblicas pode ser medido por um grande número de descobertas e pela relevância de tais achados para quem estuda a história antiga da região e sua relação com a Bíblia. Na verdade existem centenas de referências arqueológicas importantes que poderiam ser relacionadas aqui. Dezenas de cidades e centenas de objetos arqueológicos foram descobertos e estudados na história moderna. Aqui apresentaremos as principais descobertas dos últimos duzentos anos bem como sua importância para o estudo das Sagradas Escrituras.



1. Os manuscritos do Mar Morto. São as cópias mais antigas do AT, mil anos mais antigas do que os disponíveis até então. São centenas de folhas de manuscritos, mas todos eles estão bem preservados em relação ao texto massorético. São datados entre 200 a.C a 100 d.C e foram encontrados em 1947/1948 em 11 cavernas da região de Qumran, no deserto da Judéia. Os manuscritos continham: 1) Cópias integrais ou parciais de todos os livros canônicos do AT (exceto Ester); 2) Comentários das Escrituras; 3) Material dos livros apócrifos e pseudepígrafes do período interbíblico; 4) Manuscritos das regras e doutrina da seita (a espera do Messias, um secular e religioso e a esperança do juízo divino iminente sobre os ímpios; 5) Textos sobre outros assuntos, como o Rolo do Templo e o tesouro oculto descrito no Rolo de Cobre. São guardados e conservados no museu do Livro em Jerusalém, Israel.


2. O código de Hamurabi. Trata-se de um código de antigas leis babilônicas que apresenta paralelos com a lei mosaica. È do séc. XVIII a.C.


3. A Pedra Roseta. Foi encontrada pelo francês Champolion no Egito, foi a chave para decifrar o egípcio antigo com seus hieróglifos.


4. O calendário de Gezer. Calendário agrícola que traz um dos mais antigos registros do hebraico bíblico; as poucas linhas aparecem na escrita paleo-hebraica.

5. A epopéia de Gilgamés. Texto acadiano que descreve um paralelo muito próximo do dilúvio bíblico.



6. O prisma de Senaqueribe. Descreve o cerco assírio de Senaqueribe a Jerusalém em 701 a.C. É datado de 686 a.C e confirma a história da resistência do rei Ezequias narrada na Bíblia.

7. A inscrição de Mesa. Encontrada por Klein em 1868 (e recuperada por Clermont-Ganneau), fala das principais conquistas de Mesa, rei de Moabe. Conhecida como Pedra Moabita, menciona Onri, rei de Israel, pai de Acabe e, contemporâneo do rei moabita, além de mencionar YHWH, o Deus de Israel.


8. A inscrição de Siloé (Siloam). Descreve a conclusão do túnel de Ezequias construído na resistência a invasão assíria; é um exemplo importante do hebraico da época. Encontra-se no museu de Istambul.


9. Estela de Merneptá. Encontrada no Egito, em Tebas, é a mais antiga menção a Israel da história feita que aparece fora da Bíblia. Data do século XIII a.C (1220 a.C).


10. Os Papiros do Novo Testamento. Os papiros são dos testemunhos mais antigos do NT e datam dos séculos II e III d.C. Os mais importantes, que levam o nome de seus descobridores ou do local onde foram achados, são: 1) o fragmento John Rylands, encontrado em 1930, chamado p52 (trechos de João 18), de cerca de 130 d.C. 2) Os papiros de Oxirrinco, diversos manuscritos encontrados no Egito em 1898. Datam principalmente do século III d.C. Os papiros Chester Beaty, p45, p46 e p47, contendo a maioria do NT, de cerca de 250 d.C. 4 Os papiros Bodmer, p66, p72 e p75, contendo grande parte do NT, de cerca de 175-225 d.C.


11. Os pergaminhos do Novo Testamento. Escritos em couro de ovelha (ou cabra), são os manuscritos Unciais, assim chamados porque foram escritos com letras maiúsculas. Os códices (cópias completas do NT) mais antigos são o Sinaítico, o Vaticano e o Alexandrino. O Sinaítico foi descoberto em 1844 pelo conde Tischendorf e data da primeira metade do século IV d.C. Já o Vaticano, ainda que conhecido desde 1475, arquivado na Biblioteca do Vaticano, só foi publicado em 1889-1890.


12. Cafarnaum e sua Sinagoga. Esse sítio arqueológico à margem noroeste do lago da Galiléia, é destacado no NT (Mt 4.13; 8.5; 11.23; 17.24) em Josefo e no Talmude. As escavações começaram em 1856 e continuaram a partir de 1968. Há uma sinagoga do 2º século d.C, de pedra calcária branca, que tinha um salão com colunas com três portas do lado sul na direção de Jerusalém, galerias superiores e um salão comunitário (ou escola) com colunas no leste. Amostras de cerâmica encontradas no piso de basalto e debaixo dele mostram que essa sinagoga era do 1º século d.C ou antes. A sinagoga mais antiga é seguramente aquela em que Jesus pregou (Mc 1.21), a sinagoga construída para os judeus pelo centurião romano (Lc 7.1-5).


13. A inscrição de Tel Dan. Encontrada em 1993 no norte de Israel, a inscrição tem origem na Síria e deve ter sido feita por ordem de Hazael ou de seu filho. Nela aparece a expressão Casa de Davi, referência à dinastia davídiva. É do século 9 a.C

14. A inscrição de Pilatos. Encontrada nas escavações de Cesaréia arítima em 1961, uma estela com a frase Tibério, Pôncio Pilatos, governador da Judéia, é a prova material do conhecido representante de Roma que julgou a Jesus.



Fonte: Davar Elohim

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Apologética cristã não é pessimismo

Apologética cristã não é pessimismo

Por Marcelo Lemos

Ao trabalharmos no combate as heresias, e aos abusos religiosos que ocorrem tanto dentro quanto fora da Igreja, devemos tomar o cuidado de não desenvolver uma “teologia de jornal”. Corre-se o risco, em meio ao combate, de assumirmos a posição de causa perdida, e passarmos a lutar apenas para não entregar os pontos, sem nutrir qualquer expectativa de vitória final. Chamo de “teologia de jornal”, pois creio que tal pessimismo não se baseia nas Escrituras, mas na avalanche de escândalos e heresias que nos rodeiam.

Ainda que o leitor não aprecie, como eu, a Teologia do Domínio, há de extrair alguma lição das palavras de Atanásio, apologista cristão que viveu entre 295-373 d.C.: “Quando o Sol nasce, a escuridão não prevalece; qualquer parte dela foi embora. Além disso, agora que a Epifania divina da Palavra de Deus tem tido lugar, a escuridão dos ídolos já não prevalece, e em todo o mundo, em todas as direções, são iluminados por Seus ensinamentos”.
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Fonte: Genizah

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

LIÇÕES DA REFORMA PROTESTANTE PARA ALGUNS SETORES DA IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA

LIÇÕES DA REFORMA PROTESTANTE PARA ALGUNS SETORES DA IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA


A Reforma Protestante não foi um evento histórico para ser simplesmente contemplado ou narrado. Lições preciosas podem ser extraídas deste momento singular na história da humanidade.

1. Existem duas maneiras de ser viver na história: como espectador ou ator da mesma. Nossos reformadores, juntamente com todos que se envolveram e labutaram por esta justa causa, são exemplos de eximos atores, gente comprometida com a transformação de uma sociedade dominada pela injustiça e opressão generalizada.

2. Não importa qual é o seu papel (herói, protagonista, ator coadjuvante ou figurante), o que importa é atuar, agir, mobilizar-se, realizar, fazer acontecer para a glória de Deus.

3. Atores correm riscos. Vida sem riscos, sofrimentos, adversidades, incompreensões, perseguições e propósito definido é vida medíocre.


4. A Igreja não foi estabelecida por Jesus para governar o mundo, mas, sim, para influenciá-lo.


5. Movimentos reformistas produzem marginais, hereges, contraventores e loucos (visão da classe dominante).


6. Movimentos reformista revelam profetas ousados, homens de Deus comprometidos com o Senhor e sua causa (visão de Deus).


7. Quando a política secular e eclesiástica ganham preeminência no alto e baixo clero, gerando facções, disputas, traições, corrupções, alianças espúrias, nepotismos, busca por vantagens pessoais e por cargos, tudo isso em detrimento da evangelização, socorro aos necessitados, ministração aos enfermos e fracos na fé, fidelidade doutrinária e outras atividades semelhantes, é um claro sinal que uma Reforma torna-se urgente e imperativa.


8. Reformas não são movimentos de um só homem, é fruto da associação de mentes críticas, inteligentes, questionadoras, e de corações que ardem em zêlo, inclinados para buscar, conhecer e fazer valer a vontade de Deus para uma geração, custe o que custar.


9. Reformas não acontecem da noite para o dia, antes, são resultados de um processo que se inicia com o reencontro do cristão com a Palavra de Deus, que desencadeia uma tomada de consciência, arrependimento genuíno, conversão, ação e influência.


10. A última coisa que se rende ante qualquer tipo de corrupção, seja ela moral ou espiritual, é a nossa consciência.


"Considerando que vossa soberana majestade e vossos honoráveis demandais desejam uma resposta plena, isto digo e professo tão resolutamente quanto posso, sem dúvidas e nem sofisticações, que se não me convencerdes através do testemunho das Escrituras (pois não dou crédito nem ao papa e nem aos seus concílios gerais, que têm errado muitas vezes, e que têm sido contraditórios contra si mesmos), a minha consciência está tão ligada e cativa destas Escrituras que são a Palavra de Deus, que não me retrato nem posso me retratar de absolutamente nada, considerando que não é piedoso nem legítimo fazer qualquer coisa que seja contrária à minha consciência. Aqui estou e nisto descanso: nada mais tenho a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim!”. (Martinho Lutero)







Fonte: Blog do Pr. Altair Germano

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Cadê o meu mentor?

Cadê o meu mentor?




Um dos exercícios que mais utilizo em minhas palestras e workshops, buscando despertar reflexões mais profundas, é pedir aos participantes para fecharem seus os olhos e pensarem em alguma pessoa que, de alguma forma, tenha interferido de modo significativo em seus destinos.
Procuro guiá-los no resgate de lembranças de seus mentores, aquelas pessoas que dedicaram tempo e energia para ajudá-los a se desenvolverem.
Gosto deste exercício por ser totalmente aderente ao pensamento de Charles Handy em seu livro - The Hungry Spirit – quando diz que:
“A sociedade deveria tentar oferecer a cada jovem um mentor de fora do sistema educacional, alguém que tivesse grande interesse no desenvolvimento e progresso daquela pessoa na vida.”


Quando os participantes começam a abrir seus olhos, é muito comum eu observar aquele olhar agradecido por fazê-los lembrar de alguém que realmente fez diferença na vida de outra pessoa.
Os depoimentos espontâneos que surgem em seguida referem-se a pais, professores ou antigos chefes – todos com reconhecida experiência e que encontraram motivos para passar adiante seus conhecimentos, agindo como uma referência, um modelo, um instrutor disposto a ensinar tudo que sabia dando orientações e apontando direções.
Contudo, um fato novo tem despertado minha atenção, principalmente quando realizo este exercício em platéias formadas por jovens da Geração Y...
Muitas vezes os jovens não conseguem identificar ninguém. Quando abrem seus olhos, percebo a reação de dúvida e estranheza diante do exercício. Alguns chegam a manifestar o fato de não entender o que se esperava com o exercício.


Depois que dou as explicações, ou seja, peço para identificarem seus mentores, novamente as reações são de perplexidade, diante do insucesso em encontrar alguém que pudessem atribuir a classificação de mentor.
O mais comum é pensarem em personalidades que admiram como grandes empresários ou líderes políticos. Nomes como Steve Jobs, Lula, Eike Batista e Bill Gates são presença comum nestes momentos. Na maioria das vezes que isso acontece, eu aproveito para explicar a diferença entre uma personalidade e um mentor, ressaltando como um bom mentor pode ajudar a trajetória de vida de um jovem.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O que é avivamento?


O que é avivamento?


As comemorações do centenário das Assembléias de Deus no Brasil e também dos 75 anos do Ministério de Igarapava, leva-nos a refletir sobre assuntos de extrema relevância, como por exemplo, o pentecostalismo.
Entretanto, é impossível falar de pentecostalismo sem imaginar e pensar em avivamento. E, mediante isso, quero falar deste assunto tão “badalado” e comentado.


Os dias atuais são dias trabalhosos. O surgimento de movimentos ditos “avivalistas” tem colocado em dúvida o verdadeiro mover do Espírito Santo no meio da igreja, a ponto de muitos serem enganados pelo emocionalismo. Essa nova “onda” tem acarretado uma verdadeira incerteza no que tange ao genuíno e autêntico avivamento.

Por meio disso, será que sabemos, realmente, o que é avivamento? Será que sabemos o que realmente significa? Avivamento é barulho? Vejamos então o que é o verdadeiro avivamento.


Primeiramente é necessário ver o que significa a palavra, no bom dicionário eletrônico Aurélio, avivamento é o ato de avivar, ou seja, tornar mais vivo, realçar, tornar mais nítido ou visível, tornar mais intenso, mais forte.
Nas páginas das Sagradas Escrituras, observamos alguns avivamentos, sendo cinco no Antigo Testamento e três no Novo Testamento – Jerusalém, Antioquia e Éfeso.
Todos eles têm algumas premissas que se relacionam.
Vejamos o caso de Éfeso, Atos 19. 1-10.


Quando o apóstolo dos gentios, Paulo, chegou à Éfeso e começou a ministrar a Palavra de Deus ouve significativas mudanças naquele povo e, conseqüentemente, naquela cidade, haja vista o autêntico Evangelho trazer avivamento. George Wood, renomado pastor e teólogo americano, menciona em seu artigo ‘Reavivamento em Éfeso’, Revista Manual do Obreiro, ano 33 e nº 49: “Evangelho afeta até mesmo cultura e a economia”.


A cidade de Éfeso, famosa pelo templo de Diana, considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo, tinha por base comercial o artesanato de ídolos. Com a conversão de pessoas naquela cidade, tanto a produção desses ídolos como as compras caíram, pois, com a transformação de suas vidas eles não mais queriam saber das imundícias. Isso gerou um impacto na economia daquela cidade. Sua cultura foi transformada mediante o Evangelho de Cristo, as práticas pagãs foram abandonadas e deram lugar ao novo viver e novas práticas.


Se analisarmos os avivamentos na História da Igreja, veremos também as mesmas premissas relacionadas. Avivamentos como o Wesleyano, Reforma Protestante, dentre outros são exemplos disso. Mas, quais são essas premissas que interligam os avivamentos registrados na Bíblia e os registrados nos anais da história?


1 – Perseverança na Palavra – não existe avivamento sem Palavra, sem Bíblia. Por isso, movimentos que fazem surgir doutrinas antibíblicas é sinal de que não existe pureza no movimento.


2 – Oração – Sem oração não há avivamento. É preciso comunhão com Deus para surgir o autêntico avivamento.


3 – Perseverança na comunhão (Koinonia) – Ter comunhão uns com os outros é um sinal de que o Espírito Santo está trabalhando.


4 – Arrependimento – Arrepender das práticas erradas é um passo importante rumo ao avivamento.


5 – Dedicação a missões – O mover do Espírito habilita todo cristão a pregar o evangelho a toda criatura.


6 – Ação social – Avivamento traz uma comoção social. Avivamento é acompanhada de compaixão para com o próximo. O Espírito Santo tira o egocentrismo e coloca a comunhão.


Concluímos então que avivamento é, sem dúvida alguma, transformação de vida por intermédio da obra do Espírito Santo, pois somente ele pode moldar o ser humano e enxerta as práticas acima citadas.
Avivamento não é apenas barulho, não, barulho, aliás, é efeito e não causa. Avivamento não é emocionalismo, visto que emoção é apenas um ato instantâneo, sem efeito longo. Além do mais, avivamento não mexe apenas com as emoções do ser humano, mas abrange o seu todo.
Avivamento é resgatar valores sadios antes abandonados, é voltar ao primeiro amor. Por fim, avivamento é despertamento espiritual.
Avivamento é o que precisamos hoje, por isso vamos todos dizer: “Aviva Senhor a sua obra” HC 3. 2.


Observação: Este artigo foi escrito por mim e publicado no orgão oficial de informação das Assembleias de Deus do Ministério de Igarapava, jornal 'O Atalaia da Paz'. Transcrevo o aqui para que os leitores de lugares mais longínquos, leiam e se edifiquem.


Cordialmente,
 Weder Fernando Moreira

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Livros que recomendo: Igreja: Identidade & Símbolos

Livros que recomendo: Igreja: Identidade & Símbolos

Quando falamos de eclesiologia, sabemos que muitos pensadores, teólogos, biblicistas etc. e etc., se debruçaram no afã de ver essa vasta área do âmbito teológico dissecada e "destrinchada".
Porém, apesar de muitos contribuirem para essa área com seus estudos e pesquisas, fica evidente que muito se tem para explicar sobre a Igreja.

Nesta obra o autor Esdras Bentho, teólogo pentecostal, esbanja seu vasto conhecimento na tentativa de dar mais uma contribuição a essa parte da teologia.

Esdras, vai a fundo no que tange ao descortinamento do termo grego ekklesia nas Sagradas Escrituras.
Primeiro o aludido autor mostra a origem do vocábulo nas esferas seculares. Mostrando a importância da ekklesia na era das assembleias na ágora das polis gregas.
Depois o autor mostra como o vocábulo tornou-se, praticamente, exclusivo aos escritos e ditos cristãos.

Logo após, Bentho abrange a ocorrência do termo grego em vários livros do Novo Testamento, solucionando também questões exegéticas e hermenêuticas em perícopes Sagradas, como por exemplo Mateus 16.18 e 2 João 1.1.

O livro é escrito de maneira um tanto robusta, evidenciando uma erudição que o leitor comum talvez não consiga ler. Entretanto, como diz o próprio autor, o livro é para estudiosos, bem como para alunos seminaristas. 

Todavia eu o recomendo para aqueles que querem saber realmente o que é a Igreja e qual sua identidade registrada nas Páginas Sagradas.

O opúsculo é editado pela CPAD e se encontra nas melhores livrarias do país.
Vale a pena ler.



Cordialmente,

Weder F. Moreira

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

ONDE ESTÃO OS CEIFEIROS?



Por Antonio Adson

Matheus no capítulo 9 e versículos 36 a 38 registra que o senhor JESUS ao contemplar a multidão que estava a sua vista, teve grande compaixão, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não tinham pastor, diante deste doloroso fato o MESTRE amado convoca seus discípulos a rogar ao Pai em favor do reino.
ELE já havia os ensinado a orar corretamente (MT 6;9-13), também ensinou que a oração que agrada ao PAI é aquela que tem como primazia o engrandecimento do reino de DEUS (MT 6:10,33).


JESUS revelara que a seara era grande, o campo, que é o mundo (MT 13:38a), onde se encontra a seara, estava precisando urgentemente de trabalhadores. Mais de dois mil anos depois, talvez por nossas igrejas encontrar-se cheias de obreiros, podemos até pensar que esta convocação para rogarmos ao PAI em favor da seara não se aplica ao tempo presente, mas se percebermos veremos o contrário, a necessidade de rogarmos ao PAI em favor da seara é atual e isto está patente aos nossos olhos, pois vidas aos milhões partem para a eternidade, dia após dia, sem terem um encontro com CRISTO. Lamentavelmente, muitas delas eram nossas conhecidas e muitas tinham algum parentesco conosco, partiram desta vida sem ouvir de nossa boca o glorioso plano da salvação. Isto nos faz reconhecer o quanto estamos negligentes ao MESTRE, se nem mesmo estamos rogando, como podemos ir para seara? (MC 16:15).


A verdade é que as almas não ouvem o evangelho com veemência porque não pregamos com veemência (RM 10:14) e de forma ímpar.
Esta realidade precisa ser mudada, os ceifeiros de CRISTO precisam posicionar-se, urgentemente, onde estes estão? Onde estão os convocados para a grande comissão? Onde se encontram os semeadores? Creio que os ceifeiros são aqueles cujos ouvidos são sensíveis para ouvir o clamor das almas, que tenha coração quebrantado, que ame o pecador, demonstrando a este o amor divino, que cuja semelhança de JESUS, sua comida é fazer a vontade do PAI celestial (JO 4:34), que a semelhança de DAVI, tenha a ousadia de arrebatar as ovelhas da boca do horrível leão (1SM 17:34,35) salvando aqueles que estão destinados a morte, arrebatando-os do fogo (JD V23), que a semelhança de Paulo, sinta em si mesmo a grande responsabilidade de pregar o evangelho (1CO 9:16).


Sê você e eu um destes. Não fique parado.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Diga não ao show gospel

Diga não ao show gospel

Precisa comentar algo? Acho que não, não é mesmo?!

Cordialmente,

Weder F. Moreira

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Os 4 degraus da queda de Pedro

Os 4 degraus da queda de Pedro
 
Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os 4 degraus de sua queda.
 
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Fonte: Davar Elohim